Ecoterrorismo

Após o desgaste dos festejos de fim de ano, falsa felicidade imposta à população pela imprensa e religiões cristãs a serviço do comércio e do misticismo, janeiro começou quente e chuvoso. Sem se importar com a chuva sobre as cabeças, um grupo de crianças esqueléticas batia de porta em porta pedindo comida. Durante o período escolar elas tinham refeições na escola, mas nas férias passavam fome.      As aulas se reiniciaram em fevereiro. Numa tarde chuvosa, uma van partiu de uma escola particular da Granja Viana, periferia da Grande São Paulo. Era por volta do meio-dia, transportava crianças pequenas. Aqui e ali o veículo parava para alguma descer. Faltava ainda sete delas para serem entregues em suas casas, quando o...

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